Psiquiatria

O psiquiatra trata doenças mentais como depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, transtornos de ansiedade, quadros demenciais, etc. A meta principal é o alívio do sofrimento e o bem-estar psíquico.

Psiquiatria

O que é psiquiatria?

Psiquiatria é uma especialidade da Medicina que lida com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das diferentes formas de sofrimentos mentais, sejam elas de origem orgânica ou funcionais. O psiquiatra trata doenças mentais como depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, transtornos de ansiedade, quadros demenciais, etc. A meta principal é o alívio do sofrimento e o bem-estar psíquico.

 

Consulte sempre um especialista

 

 

 

 

Como é o tratamento psiquiátrico?

Depois que o psiquiatra chega ao diagnóstico psiquiátrico, ele elabora um plano de tratamento.  Às vezes, é possível dar o diagnóstico na primeira consulta. Outras vezes, não, são necessárias várias consultas ou mesmo observar a evolução do quadro para chegar a um diagnóstico preciso. O tratamento em geral é realizado com medicamentos e psicoterapia.

Medicamentos psiquiátricos são parte importante do arsenal terapêutico, embora atualmente haja outros procedimentos como eletroconvulsoterapia, estimulação magnética transcraniana, estimulação cerebral profunda e neurocirurgias.

Quando procurar um psiquiatra?

Quando é que um comportamento ou sentimento passa dos limites da normalidade e merece ser examinado por um psiquiatra?

De modo muito resumido, pois somente a entrevista psiquiátrica é capaz de levar a um diagnóstico, citarei aqui alguns “indícios” de que um comportamento pode não ser normal.

 

 

1- Sofrimento: se a pessoa sofre isso pode ser um sinal de que algo não vai bem. No entanto, o sofrimento também é parte normal da vida. Sofremos quando nosso cachorro morre, quando repetimos o ano na escola, quando somos rejeitados por quem amamos etc.  Se sofrer é normal, qual o limite?

2- Duração do problema: se alguém amado morre, é normal ficar triste. Mas por quanto tempo? Dias, semanas, meses ou anos? O processo de luto pode variar mais ou menos de acordo com a pessoa, mas em geral se estipula que até um ano seria razoável sofrer a perda de alguém amado. Isso quer dizer que se faz 10 anos que meu pai faleceu e eu ainda sofro por isso, sou anormal? Não, pois não só o tempo define o caráter patológico, é necessário ver também o quanto isso interfere na vida cotidiana.

3- Interferência no cotidiano: voltando ao exemplo do luto se meu pai faleceu há 3 dias e eu não consigo sair da cama de tão triste, isso é anormal? Não necessariamente, mas de fato precisamos cuidar de alguém nessa situação. No entanto, se o ente querido faleceu há mais de 4 meses e a pessoa não consegue trabalhar, não consegue se divertir, não vê mais graça na vida, aí sim, podemos estar diante de uma tristeza patológica, uma depressão (ou um luto complicado).